web tasarım Grupo Cordeiro recebe Prêmio TOP CRANE 2018 | SIMEC – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Ceará

Grupo Cordeiro recebe Prêmio TOP CRANE 2018

Grupo Cordeiro recebe Prêmio TOP CRANE 2018

A revista CRANE BRASIL, referência no mercado de guindastes com: içamento de cargas, remoções técnicas, planejamento, engenharia, transportes especiais, dentre outros, premiou o Grupo Cordeiro nas categorias de Içamento e Plano de Rigging.

A operação premiada foi a remoção do Boeing 737-200 da Lufthansa.

Todo planejamento foi feito pelo Grupo Cordeiro junto a um grupo de Engenheiros Alemães da Lufthansa, com 90 dias de antecedência, os quais vieram exclusivamente a mando do Governo Alemão para esta operação INÉDITA.

A área de engenharia do Grupo Cordeiro teve que estudar a estrutura do Boeing 737 para a sua desmontagem ser realizada e, em seguida, acontecer a remoção técnica do corpo principal do avião (Charuto) para dentro do Antonov e um segundo avião cargueiro ILY US HIN para levar as turbinas e outros acessórios do Boeing. Diante disso, foi desenvolvido o plano de rigging e todos os serviços envolvidos. 

Todas as dificuldades e soluções deveriam ser discutidas antes do içamento, pois o avião Antonov na 124-100 tinha horário para aterrissar e decolar, caso tivesse algum erro o cliente seria muito prejudicado. 

Os planejamentos e estudos antecedendo a operação ocorreram, pois, o grande desafio era fazer a desmontagem da fuselagem (asas, leme, dentre outras peças, de uma forma que o avião não perdesse suas características originais pois, o mesmo iria ser montado em um museu na Alemanha) e o cálculo preciso para a entrada da fuselagem do avião (charuto) dentro do Antonov. 

De acordo com estes estudos, as dimensões do Boeing eram de tamanhos considerados milimétricos para sua entrada no Antonov, exigindo assim, uma engenharia precisa para a operação tanto de içamento quanto de remoção técnica ocorrer dentro do planejado, juntamente com o Aeroporto de Fortaleza (o aeroporto permitia uma altura máxima de lança dos guindastes de 25m, sendo outro desafio, pois, a operação estava ocorrendo em uma área de pouso e decolagem de aviões).

HISTORIA DO SERVIÇO:

A aeronave, conhecida como Landshut, transportava 86 passageiros e cinco tripulantes, e durante cinco dias vagou entre a Europa, o Oriente Médio e a África, enquanto se desenrolavam as negociações, até ser invadida por um comando antiterrorista alemão em Mogadíscio, na Somália, na noite de 17 de outubro, os passageiros libertados ilesos e três dos quatro sequestradores mortos. 

O sequestro foi feito em apoio às ações do grupo extremista alemão Fração do Exército Vermelho, também conhecido como Grupo Baader-Meinhof e foi o ponto culminante da crise conhecida como Outono Alemão.

As 06:22 hora local, o voo 181 da Lufthansa, pilotado pelo co-piloto Vietor, fez uma aterrissagem não anunciada na pista do aeroporto de Mogadíscio, na capital somali. 

O líder dos sequestradores, Akashe, disse à Vietor que ele havia feito um trabalho sobre-humano até ali e estava livre para deixar o avião, já que não pretendiam viajar para mais nenhum lugar. O co-piloto recusou-se a deixar os passageiros e as aeromoças e permaneceu a bordo. 

O corpo de Schumann foi jogado na pista e os sequestradores deram um ultimato ao governo alemão, estabelecendo um prazo até as 16:00 para que os líderes do Baader-Meinhof e demais presos palestinos fossem libertados e trazidos a Mogadíscio, depois do qual explodiriam o avião com todos dentro. 

O governo comunicou que atenderia à exigência, mas que o transporte dos prisioneiros até a Somália demoraria ainda várias horas e com isso, o prazo limite foi estendido até as 02:30 da manhã seguinte. [5] 

Enquanto o chanceler Helmut Schmidt negociava com o presidente Siad Barre a entrada no país do GSG 9, os comandos voavam entre a Etiópia e o Djibouti aguardando a permissão de desembarque. Com o acordo conseguido, as 20:00 locais um Boeing 707 transportando trinta homens do grupo antiterrorista pousava em Mogadíscio com as luzes apagadas para não chamar atenção no aeroporto fechado para tráfego aéreo civil, e dava início à Operação Fogo Mágico.

Trinta minutos antes do prazo final, enquanto ‘Mahmud’ era comunicado que os prisioneiros exigidos em resgate tinham chegado ao Cairo e o avião deles estava sendo reabastecido para a viagem até a Somália – nenhum deles jamais deixou suas celas – o grupo de comandos alemães, dividido em pequenos esquadrões, avançou para o Landshut pelo ângulo morto da traseira do mesmo, carregando pequenas escadas. Usando-as para atingir e abrir as portas de emergência do avião, enquanto soldados somalis acendiam uma grande fogueira a 200 metros do avião para atrair a atenção dos árabes, os comandos invadiram o interior da nave pela porta da cabine e pelas portas por cima das asas, pegando de surpresa os sequestradores, matando três deles e ferindo a única mulher, Souhaila Andrawes. Um dos passageiros do avião, assim descreveu o início do ataque: “Eu vi uma porta sendo aberta e um homem com o rosto pintado de preto aparecendo e gritando em alemão que estavam ali para nos salvar e mandando todo mundo se abaixar. E então começaram os tiros.”

Os escorregadores de emergência foram ativados e todos os 86 passageiros e tripulantes retirados rapidamente à salvo do avião. [8]

Cinco minutos depois do início do ataque, uma mensagem codificada de rádio era enviada diretamente pelo coronel Ulrich Wegener, líder do ataque, para o gabinete de Helmut Schmidt em Bonn: “Quatro oponentes derrubados, reféns resgatados, quatro passageiros levemente feridos, um comando levemente ferido, Springfield, Springfield”. 

Após o sequestro da Lufthansa, Helmut Schmidt, em nome da República Federal da Alemanha, anunciou que o país nunca mais negociaria com terroristas.

Abandonado há nove anos num cemitério de aviões do Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza, o Boeing 737-200 foi vendido pela Lufthansa em 1985 e teve vários proprietários. Até 2008, ele voou pela cearense TAF Linhas Aéreas. Devido a pendências judiciais da empresa, o avião foi penhorado e há nove anos estava parado no cemitério de aviões da capital cearense.

Um clássico Boeing 737-200 que já voou pela Lufthansa e pela companhia aérea brasileira TAF, foi transportado de Fortaleza (CE) para Friedrichshafen, na Alemanha.

Para fazer essa complicada operação, realizamos meses de estudos, como: a análise minuciosa do manual do avião, realizamos diversas reuniões com a EQUIPE TÉCNICA DA LUFTHANSA. Após todas as análises e estudos necessários, foram designados os equipamentos os quais são: 2 guindastes de 70 toneladas e uma carreta extensiva com com 27 metros de comprimento para fazer o transporte interno no aeroporto de Fortaleza, e posicioná-la para carregamento dentro do avião no Antonov NA 124-100 conforme fotos em anexo. A limitação do espaço dentro do ANTONV fez com que nós precisássemos dimensionar toda operação de maneira que milimetricamente a movimentação para dentro do avião fosse feita de maneira EXATA, para que dentro do avião (Antonov) recebesse tanto a fuselagem quanto as asas e leme do avião da Lufthansa.

SOLUÇÃO DO PROBLEMA:

Içamento com segurança e menor custo para o cliente, máquinas reservas para garantir a segurança de livramento da possível pane nas máquinas operantes. Planejamento elaborado com antecedência para que a operação ocorresse dentro das conformidades propostas pelo cliente.

Acompanhamento técnico durante todo o serviço para garantir a qualidade e tudo conforme o planejamento desenhado.

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